Bom, como o ócio produtivo não tava produzindo nada e até agora não está (o download não terminou ainda), eu fiquei pensando em uma pessoa, e 'visualizando' essa pessoa fiquei reparando o jeito dela... sutilezas e tals... então minha atenção se voltou para a fala, especificamente a palavra "FODEU", das pessoas que conheço ela é a única que a pronuncia dessa forma e somente dessa forma.
Mas fato é, que isso ficou na minha cabeça e por conta disso bolei uma mini teoria a respeito do uso das palavras "FUDEU" e "FODEU". Partindo do ponto em que se estabelece que as já referidas tem por objetivo a função 'mensurativa qualitativa quantitativa' de um objeto, experiencia, situação, ação, reação, etc... pode se dizer que a gravidade 'adjetivada' pelo uso do "FODEU" se torna imediatamente maior do a de um simples "FUDEU" e mesmo assim valendo-se das sub-regras de entonação, um "FUDEU" não têm condições de ser superior a um "FODEU".
Esse poder se dá por causa do 'fator entonativo-ressonante natural' da vogal "O", essa regra implica que qualquer palavra e/ou ato de mensuração qualitativa/quantitativa iniciada por uma sílaba composta pela vogal "O" terá superioridade implícita sobre suas homônimas tanto homófonas quanto homógrafas e/ou parônimas, logo, os valores de respostas cognitivas serão em média 25% maiores em indivíduos normais.
Em relação aos regionalismos, assume-se a posição de que eles não afetarão significativamente qualquer resultado de pesquisa de campo, uma vez que é de sua própria natureza a incorporação da referida regra à utilização 'cotidianística gramatical local'.
Well, após esse breve insight chegou a conclusão que preciso ir para um pub e então trabalhar melhor essa teoria.